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sábado, 27 de dezembro de 2014

Reparação de transformadores está na moda e é chique!

Problemática levantada: o meu informático perguntou-me se o transformador do meu computador tinha ido à guerra.
A pergunta foi legítima pois o acessório em questão tem mesmo muito mau aspecto.


Vista lateral direita

Vista lateral esquerda

 Vista superior

Vista frontal

O coitado só está neste estado porque foi sujeito a reparação eléctrica! Por isso, ao meu olhar, o meu transformador está simplesmente perfeito.

Sei de alguns outros casos em que os transformadores deixam de funcionar, e uma das razões poderá ser problemas com os fios. No caso do meu, o fio de saída estava partido. O meu electricista, na sua oficina personalizada e com equipamento topo de gama, agarrou no fio partido, lá fez a sua magia e até hoje, passados 2 anos, o raio do transformador ainda trabalha muito bem!
...Mas eu podia ter ido à loja comprar um transformador novo. Bastava eu ter 20€ e querer gastá-los e tinha um transformador com bom aspecto.


SUGESTÃO DO DIA: Em vez de se ir directamente à loja comprar novo, verificar se o velho tem reparação. Reparando o velho, estamos a poupar recursos. Basta lembrar a sequência dos érres:


reduzir
reparar
reutilizar
reciclar
readquirir



P.S.1 Segundo o meu electricista, o que eu aqui chamo de transformador, na realidade é uma fonte de alimentação. Espero não ferir susceptibilidades a outros mais desta área tão iluminada.

P.S.2 Está na hora de pôr o meu pai a render! Quem tem transformadores/fontes de alimentação para arranjar???

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Então diz que chá é bom?

"Chááá, chá da Índia, chá da Pérsia, chá Chinês, de camomila, erva-doce e hortelã..."

1. Qual a proveniência do chá?
Esta música que ficou no ouvido há uns anos atrás é muito bonita e apelativa, a única coisa que tem de errado é que Portugal tem imensas ervas aromáticas, logo não é preciso ir buscar chá a todas as partes do mundo.
Mas estes chás que chegam até nós de barco ou de avião são mais finos, chiques e é o que as tias de Cascais preferem! Pronto, chás especiais para ocasiões especiais, até se poderá compreender, mas para serem consumidos diariamente não se compreende.

2. O que contém o chá?
Eu bebo imenso chá. Desde os tempos remotos (há uns meses) em que deixei de me dar com refrigerantes e esses sumos embalados, digamos, água com cores, várias cores. Agora só bebo água e chás (não vou mentir, também bebo álcool). E pensava que estava a ser muito saudável, até que li que os chás também estão cheios de pesticidas, herbicidas e qualquercoisa...cidas!

Pesticidas, no chá?? Ridículo...

Claro que faz sentido, as substâncias que se colocam nas culturas agrícolas para elas produzirem mais e melhor, e de preferência mais verdinhas, vêm também incluídas no chá. E diz que as folhas nem são lavadas antes de serem postas a secar.
Que bela seca! Nada saudável, afinal.

3. Como tornar o chá em algo saudável?
O meu objectivo para 2014 será substituir gradualmente os chás da minha prateleira, por chás de origem biológica. Comprados em mercadinhos biológicos, plantados na varanda, ou vindos do quintal da avó,...
Eu prefiro beber infusão de lagarta, do que infusão de lagarticida. Tenho quase a certeza!


Check it out:
http://foodbabe.com/2013/08/21/do-you-know-whats-really-in-your-tea/
http://portugalmundial.com/2013/10/sabe-mesmo-o-que-esta-no-seu-cha/ tradução do anterior
http://expresso.sapo.pt/cha-de-pesticidas=f775488

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

雨雨傘,雨

Para quem não sabe chinês (todos), o título deste post significa "Chovem chapéus-de-chuva". Quer dizer, eu também não tenho a certeza, foi o google tradutor que me disse.

Não pára de chover há mais de um mês, e nos últimos tempos tenho visto imensos chapéus-de-chuva caídos pela calçada, nos contentores de lixo, alguns a voar... Um em cada esquina, chapéus-de-chuva por todo o lado.

Tendo em conta o local de compras favorito dos portugueses, e depois de ter andado um semestre inteiro a ouvir falar de raças autóctones, tenho agora a certeza que...

Os chapéus-de-chuva das lojas dos chineses não estão adaptados ao clima Português!!!
(não vamos entrar em detalhes climáticos daqui e dali, não é isso que interessa....)

Interessa que esta é uma conclusão de maior importância e, como tal, há que tomar medidas, tais como:
- Não comprar chapéus-de-chuva (ou outros artigos) numa loja que tenha ao balcão uma pessoa com olhos rasgados. Já se sabe que o preço é o mais barato do mercado, mas também se sabe à partida que a qualidade é má. E quando sabemos que o produto que estamos a adquirir não vai durar muito tempo e teremos de comprar outro brevemente, isso não é sustentável.

Eu não tenho nada contra os chineses, aliás, gosto muito da comida! Mas as lojas... Nessas não entro há uns tempos e não planeio entrar.
(nada tem a ver com as histórias que se ouve de as pessoas saírem das lojas dos chineses sem órgãos vitais; isso são mitos, as pessoas desaparecem, mesmo. mas a minha decisão nada tem a ver com isso)

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Dezembro, o mês do Pai Natal

Exageros, desperdícios, consumismo, falsidade.

Em Dezembro só há jantares! Jantares de amigos, jantares de colegas, jantares de família. 
Só de si, esses jantares, cheios de entradas com azeitonas, chouriços, patês, com pratos principais à base de molhos e fritos, cheios de hidratos de carbono, e ainda sobremesas para terminar, são algo absurdo para se fazer às DEZ da noite! Ninguém precisa de comer assim tantas calorias à noite, a não ser que a festa seja all night long, aí é outra conversa.
A maioria desses jantares devia ser almoços! Enfardar até não se poder mais, dormir uma sesta, continuar o dia com outras actividades e jantar uma sopinha ou um chá para facilitar a digestão. Não devia ser jantar até... cair para o lado e adormecer que amanhã é outro dia.

O Natal, que bela altura para... Amor, felicidade, paz, partilha? Não, boa altura para dar prendas. Trocas de prendas entre amigos, prendas caras para a família, recordações da loja dos chineses para os colegas e vizinhos. Mesmo que não tenham destinatário, têm de se comprar caixas de chocolates para dar àquelas pessoas que nos dão uma prenda e não estávamos à espera.
Prendas, prendas, prendas. Antigamente havia mais prendas, mas agora estamos em crise. É triste que seja tudo por causa da crise!
Prendas que ninguém quer nem precisa, mas fica bonito dar. E mesmo que não gostemos, fica bonito esboçar um sorriso e ficar muito agradecido. Porque a mãe ensinou assim e é o que é socialmente aceite. Algumas coisas para ficarem guardadas numa gaveta, outras coisas para pegar no talão e ir à loja devolver. 
Às vezes até damos uma prenda no Natal, para compensar o facto de termos passado o ano sem falar com essa pessoa. E nesse caso, como pode uma prenda ser pessoal e intransmissível? Não sabemos o que a pessoa gosta... Dá para comprar dez artigos iguais numa loja e dar a dez pessoas diferentes. 


Já todos reparámos na quantidade de lixo que há nos contentores na altura do Natal.
Cada prenda vem numa caixa de cartão para dar forma, com um pouco de esferovite para não se partir, envolta num papel de embrulho para aumentar a excitação na altura de abrir, um laço colorido porque sim, às vezes ainda num saco grande, com o nome da loja. E o ser humano, (des)inteligente como é, pega em todas essas embalagens e manda para o lixo comum.

A juntar com todas as sobras de comida, e porque a própria comida vem em embalagens (sim, a comida do Natal também vem em embalagens, ninguém tem tempo para cozinhar a sério porque foram comprar prendas, ou porque as pessoas trabalham, ok).
Também há aquelas pessoas que gostam de praticar o bem e pegam nos restos de comida (ou fazem mesmo comida) para levar aos sem-abrigo. É um gesto muito bonito, mas porquê no dia de Natal? Os sem-abrigo estão num processo evolutivo de conseguir alimentar-se apenas em datas festivas?

Uma notícia de ontem "Greve dos trabalhadores da câmara pode deixar Lisboa sem recolha de lixo entre o Natal e o Ano Novo" deixa-me algo contente. De certo, os exageros que se cometem durante este mês ficarão salientados.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Going (local) shopping

Para quem pensa que só existem lojas nos centros comerciais, eu digo-vos: é possível comprar roupa em lojas de rua!

Que estranho, quem diria!?...
É que essas lojas estão um pouco por todo o lado, mas passam despercebidas porque não estão rodeadas de mais 30 lojas e então as nossas compras não ficam completas naquele local, naquele dia. Também passam despercebidas porque não estão num edifício enorme que gasta enormes quantidades de energia para refrigeração da carne humana e iluminação, o que o torna mais visível.
E passam despercebidas porque cada vez há menos!

Ir às compras no comércio local pode parecer complicado de início, porque não há o nosso número, a roupa é da era das nossas avós, há poucos modelos à escolha, mesmo da era das avós... Mas eis que surge um par de calças que nos chama a atenção e vocês trocam aquele olhar que se sabe ser amor à primeira vista. E quando no espelho se vê que o amor nos assenta tão bem, sabe-se que é de levá-lo para casa.

O amor aconteceu-me, e foi numa loja perto da minha casa. Tão perto que até deu para ir a pé*....


*Benefícios de ir às compras a pé:
- Apanha-se Sol, produz-se vitamina D > felicidade
- Movimentação das pernas, menor retenção de líquidos, previne celulite > felicidade
- Carregar sacos, tonifica braços > felicidade
- Cansaço, retirada para casa mais cedo, cartão de crédito não chega a ser usado > felicidade

Ir às compras no comércio local dá felicidade!