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terça-feira, 10 de abril de 2018

Mariscar SEM Lixo

A Campanha Mariscar SEM Lixo, é promovida pela Ocean Alive e um dos seus objectivos é sensibilizar os mariscadores para não deixarem as embalagens de plástico de sal no mar. Para que tenha sucesso, existem pessoas da comunidade - as Guardiãs do Mar - que têm essa preocupação ambiental.

Desde 2016, a cooperativa Ocean Alive desenvolve a Campanha Mariscar SEM Lixo, e na qual decorrem várias acções durante o ano. A campanha foca-se no Estuário do Sado, e na protecção das suas pradarias marinhas, no entanto terá sido o bem-estar dos golfinhos a grande motivação para a criação deste projecto. O problema encontrado? Demasiado lixo que se encontra no estuário, nomeadamente embalagens de sal refinado - as que são utilizadas pelos mariscadores na captura de lingueirão. Este plástico acaba por se degradar, os peixes alimentam-se do plástico, os golfinhos irão também ingerir esse plástico quando se alimentam dos peixes.

A forma de actuação da Ocean Alive é realizar acções de sensibilização aos mariscadores para não deixarem as embalagens de sal na maré, assim como acções de recolha do lixo que é encontrado no estuário, separado por categorias para serem devidamente encaminhados e, se possível, reciclados. Será que basta fazer acções de sensibilização e recolha?



Voluntários da acção de sensibilização aos mariscadores no
estuário do Sado, Grupo da Ilha do Cavalo 14-04-2017.



Ação de sensibilização e limpeza,
Grupo da Caldeira de Tróia, 07-10-2017.

Todos os voluntários são precisos para estas campanhas! Desde miúdos a graúdos, para que também estes sejam disseminadores da palavra e dos comportamentos mais amigos do ambiente. Mas para além de todo o trabalho de voluntariado feito por pessoas que já de si têm preocupações ambientais, estas acções pressupõem que alguns dos membros da população-alvo, ou seja, da própria comunidade que se pretende que tenha mudança de comportamentos, tenham também essas preocupações ambientais. Neste caso, são os mariscadores. Têm de ser as próprias pessoas que vão mariscar, a sensibilizar as pessoas à sua volta. Pessoas da comunidade.

É, para mim, o interessante desta metodologia de trabalho, e também por isso a Ocean Alive se tratar de uma Cooperativa, é que têm Guardiãs do Mar,  que são mulheres mariscadoras, sensibilizadas e motivadas para serem elas próprias a dar o exemplo e serem as responsáveis por passar a palavra a outros mariscadores, seus colegas.
Guardiã do Mar a mariscar. Acção de sensibilização aos
mariscadores, Baixios da Carraca, 30-03-2018.

Já participei em 3 acções desta Campanha e recomendo vivamente à participação. O ponto de encontro é em Setúbal, logo pela manhã. Bom para não ficar no sofá o fim-de-semana inteiro! Mais informação aqui: 

sábado, 27 de dezembro de 2014

Reparação de transformadores está na moda e é chique!

Problemática levantada: o meu informático perguntou-me se o transformador do meu computador tinha ido à guerra.
A pergunta foi legítima pois o acessório em questão tem mesmo muito mau aspecto.


Vista lateral direita

Vista lateral esquerda

 Vista superior

Vista frontal

O coitado só está neste estado porque foi sujeito a reparação eléctrica! Por isso, ao meu olhar, o meu transformador está simplesmente perfeito.

Sei de alguns outros casos em que os transformadores deixam de funcionar, e uma das razões poderá ser problemas com os fios. No caso do meu, o fio de saída estava partido. O meu electricista, na sua oficina personalizada e com equipamento topo de gama, agarrou no fio partido, lá fez a sua magia e até hoje, passados 2 anos, o raio do transformador ainda trabalha muito bem!
...Mas eu podia ter ido à loja comprar um transformador novo. Bastava eu ter 20€ e querer gastá-los e tinha um transformador com bom aspecto.


SUGESTÃO DO DIA: Em vez de se ir directamente à loja comprar novo, verificar se o velho tem reparação. Reparando o velho, estamos a poupar recursos. Basta lembrar a sequência dos érres:


reduzir
reparar
reutilizar
reciclar
readquirir



P.S.1 Segundo o meu electricista, o que eu aqui chamo de transformador, na realidade é uma fonte de alimentação. Espero não ferir susceptibilidades a outros mais desta área tão iluminada.

P.S.2 Está na hora de pôr o meu pai a render! Quem tem transformadores/fontes de alimentação para arranjar???

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

雨雨傘,雨

Para quem não sabe chinês (todos), o título deste post significa "Chovem chapéus-de-chuva". Quer dizer, eu também não tenho a certeza, foi o google tradutor que me disse.

Não pára de chover há mais de um mês, e nos últimos tempos tenho visto imensos chapéus-de-chuva caídos pela calçada, nos contentores de lixo, alguns a voar... Um em cada esquina, chapéus-de-chuva por todo o lado.

Tendo em conta o local de compras favorito dos portugueses, e depois de ter andado um semestre inteiro a ouvir falar de raças autóctones, tenho agora a certeza que...

Os chapéus-de-chuva das lojas dos chineses não estão adaptados ao clima Português!!!
(não vamos entrar em detalhes climáticos daqui e dali, não é isso que interessa....)

Interessa que esta é uma conclusão de maior importância e, como tal, há que tomar medidas, tais como:
- Não comprar chapéus-de-chuva (ou outros artigos) numa loja que tenha ao balcão uma pessoa com olhos rasgados. Já se sabe que o preço é o mais barato do mercado, mas também se sabe à partida que a qualidade é má. E quando sabemos que o produto que estamos a adquirir não vai durar muito tempo e teremos de comprar outro brevemente, isso não é sustentável.

Eu não tenho nada contra os chineses, aliás, gosto muito da comida! Mas as lojas... Nessas não entro há uns tempos e não planeio entrar.
(nada tem a ver com as histórias que se ouve de as pessoas saírem das lojas dos chineses sem órgãos vitais; isso são mitos, as pessoas desaparecem, mesmo. mas a minha decisão nada tem a ver com isso)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

O mistério dos batons em stick

Eu comecei a utilizar cotonetes para chegar ao lado de lá dos batons. Depois percebi que não era bem isso que queria fazer. Porque cada vez que um cotonete caía ao chão, tinha de ir buscar outro. Não era isso que eu queria fazer, de todo!
Lá encontrei um pincel de batom, naquele estojo de maquilhagem que se recebe no natal e que tem quase tudo.
Os pincéis são laváveis e podem ser usados em vários batons. "Like it"
E agora uso os meus batons até ao fim, com o meu pincel de estimação! Mesmo até ao fim. Tipo assim:
Porque se não:
1/3 do produto não é usado,
1/3 do dinheiro que paguei pelo batom vai para o lixo.

PORQUE UM TERÇO DO BATOM ESTÁ ESCONDIDO. EU MEDI:

E não utilizando os produtos até ao fim, mais rapidamente temos de comprar novos produtos. E os produtos requerem materiais e energia para serem feitos. E se já foram produzidos, então utilizemo-los até ao fim.


* Não, não dá jeito andar com pincéis na mala. Eu utilizo este método em casa, quando os lábios estão secos, e de manhã antes de sair.  E tenho 3 batons em lista de espera para chegarem ao fim! Nem pensar que os mando fora assim. Porque os 1/3 multiplicado pelos 3 batons em lista de espera, dá um batom inteiro que pode ser aproveitado!

** Este método também é apto para meninos/senhores. Porque pode ser feito em casa e não há o problema da masculinidade.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Os 3 R's

Depois da inspiradora aula de hoje de Sistemas Terrestres e Desenvolvimento Sustentável, resolvi escrever sobre os 3 R's.

O que é isso?
São os 3 érrres que se deve fazer com os rrresíduos: Reduzir > Reutilizar > Reciclar
Acima de tudo, devemos reduzir no consumo. Após a utilização do produto, devemos reutilizá-lo, e se não der, mandamos para a reciclagem. Por esta ordem.

Porquê?
Todos sabemos em que consiste a RECICLAGEM. Teoricamente, porque na verdade o que eu ouço é "Ah, eu faço reciclagem, meto as embalagens no ecoponto!" Reciclagem é um processo que envolve transformação da matéria, logo, a não ser que essa pessoa seja uma fábrica, recicla o tanas! Contribui para o processo, separando as embalagens, o que é um acto louvável! Sim, é louvável, porque ainda há muita gente que não separa os resíduos porque "Não ganho nada com isso e dá trabalho".
E se essas pessoas tivessem um aterro sanitário à porta de casa? Será que percebiam a dimensão do problema? A quantidade diária de resíduos produzidos? Será que percebiam que uma lata de coca-cola enterrada no solo vai ficar exactamente no mesmo sítio por muitos e longos anos, sem nenhuma utilidade? Quando essa lata podia contribuir para a produção de uma lata nova!?!?! E assim não era preciso tanto "alumínio novo" ... ... ...
Há também que ter em conta que a reciclagem utiliza energia, etc... Aquelas coisas nada bonitas da indústria!

Por isso, mais importante que reciclagem é a REUTILIZAÇÃO. Quando já não nos serve a nós, pode servir a outro. Ou pode servir daí a uns tempos. Ou pode ter outra utilização. Se pensarmos na reutilização como o uso de um produto mais do que uma vez, estamos automaticamente a REDUZIR as produções.

Porque "nada de cria, nada se perde, apenas se transforma", o que temos vem de algum sítio e vai acabar noutro. As matérias-primas não duram para sempre (e deus não vai criar nada nos entretantos...). Para haver papel, muitas árvores foram abatidas, o plástico vem do petroil ou do milhoil... Se tivermos conscientes que os produtos têm uma origem esgotável, não custa nada tentar reduzir a sua produção, reduzindo no seu consumo!

Algumas formas de reduzir:
- Sempre que possível, arranjar ou remendar o que está estragado, em vez de ir logo comprar novo. Coser buracos nas roupas, colar candeeiros partidos.
- Evitar ir para o centro comercial "ver montras", as montras são feitas para as pessoas espumarem consumismo, irracionalmente.
- Fazer listas de compras, para saber exactamente o que nos falta.
- Quando vamos às compras, levar sacos. Se não for necessário saco, recusar. Porque não é preciso vir com 4 sacos de 4 lojas diferentes, cada um com um par de meias.
- Preferir embalagens XXL, nomeadamente em produtos do WC (champô, pasta de dentes, papel higiénico, etc) - não se estragam, temos de ir às compras menos vezes e fica mais económico.
- Usar as folhas de papel, frente e verso
- Ter apenas uma mala, uma daquelas da Channel, que dá com tudo...

Não percas o próximo episódio, porque nós vamos dar muitos mais exemplos!! (e pode ser que mais interessantes, também...)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O pão do Rolo

Eu gosto de ir comprar pão ao Rolo, porque lá vendem pão em sacos de papel. Pão e bolos, em sacos ou embalagens de cartão.
O pão não vem em embalagens de plástico com furinhos ou em embalagens de plástico sem furinhos, como é o habitual! Pelo menos aqui perto de mim, parece que o plástico é o mais comum, tanto que lojas que vendem pão em sacos de plástico há muitas, mas ainda só vi embalagens de papel em uma delas.
Por isso, a Pastelaria o Rolo vai continuar a ser a minha preferida, até encontrar outra.

E tu, sabes onde fica o "Rolo" da tua zona?

"Isto porque eu acredito que resíduos de celulose são preferíveis a resíduos de petróleo..."

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Comam fruta a sério

Como se já não bastasse aquela nova campanha publicitária que a compal essencial lembrou-se de fazer nas estações de metro, agora têm uma BANCA DO ESSENCIAL!!

Já me chateava imenso ter de vê-la todos os dias, agora também tenho de ouvi-la! Porque há lá uma rapariga a gritar, à semelhança do que acontece num mercado onde se vende fruta. Ridículo. Se calhar vou deixar de andar de metro...
É que decidiram apostar em grande no trajecto feito pelas pessoas que utilizam os transportes públicos diariamente. Aquele percurso cheio de pessoas stressadas, atrasadas para o trabalho, com pressa para chegar a casa e ver a Casa dos Segredos, ou para ir buscar os miúdos à escola, e ainda passar na lavandaria, enfim, aquele stress típico de Lisboa. Aquele stress de quem não tem tempo para parar e comer transquilamente.
"Então, por que não dar opções saudáveis às pessoas com esse estilo de vida?" Devem ter pensado eles, os da compal.

ESSENCIAL, A FRUTA DAS  11 DA MANHÃ. É FÁCIL DE TRANSPORTAR, DESCASCAR E COMER! Que bonito slogan. É um slogan, não é?

Na minha opinião, a facilidade de transportar uma maçã, uma pêra, uma banana, um cacho de uvas ou um essencial, é a mesma! (na verdade, o cacho de uvas não dá muito jeito...). Mas por via das dúvidas, um essencial tem 110mL, uma pêra pesa à volta de 130gr. Uau, diferença nítida!
Facilidade de descascar e comer? Sim, é muito mais fácil desenroscar um frasco de plástico, beber o conteúdo e mandar a embalagem fora passado 1min e 32seg. É tão fácil! E se fizermos isso todos os dias às 11h da manhã, no final do ano foram 365 embalagens descartadas, repletas de facilidade.

Num sistema hipotético, podiam ser 365 caroços/cascas que iam para compostagem e mais tarde viriam a servir de fertilizante para novos pomares, mas isso é hipotético.

Na realidade, nem todas as pessoas têm 10min da sua manhã para mastigar fruta a sério. É claro que é mais saudável beber pseudo-fruta do que comer um kit-kat (mas repare-se que para comer um kit-kat também é necessário fazer uma pausa, e isso requer o tal tempo que não há), mas entre  fruta a sério e um essencial...

Optem pela fruta a sério! É mais económica, ecológica, saudável e comestível, agradável, saborosa, apetitosa, chamativa, trincativa, treina-se os músculos faciais o que previne rugas, às vezes fica-se babado com o suco da fruta e isso é sexy, às vezes a fruta tem lagartas... Só benefícios.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Poupar agrafos

E veio de lá uma pessoa que eu conheço e disse-me:
"Às vezes dou por mim a fazer este tipo de coisas, como poupar agrafos... Em alguns locais de atendimento ao público insisto para que não agrafem aquele recibo do multibanco à factura (porque realmente esse tipo de organização não me serve para coisa nenhuma), ou para não agrafarem as 20 senhas do almoço (isso faz lá algum sentido, assim se perder uma, perco todas e fico o resto do mês sem almoçar!), ou, como aconteceu esta semana, em que eu tinha um molhinho de folhas agrafadas que precisava digitalizar... Tirei o agrafo, digitalizei as folhas, e voltei a pôr o mesmo agrafo, utilizando os furinhos já existentes."
Quem será esta pessoa de comportamentos tão estranhos?

domingo, 7 de outubro de 2012

Livro: o que serve de instrução

Agora dou valor ao que a minha mãezinha me dizia "Não escrevas nos livros da escola, Nêzita!". Eu agora tenho o meu ponto de vista, mas acho que não é igual ao da minha mãe... Acho que o seu objectivo era não escrever nos livros para não os estragar, só. Isso tem alguma lógica, ora vejamos:

No ensino básico, os livros custam cerca de 15€ por disciplina. Se os meninos estimarem os seus livros durante o ano lectivo, no final do ano os pais podem vendê-los por, imagine-se, metade do que custaram, a família que os vende fica a beneficiar porque tem uma ajuda para comprar os livros do novo ano lectivo, a família que os compra não gasta tanto dinheiro, e o ambiente também fica a ganhar com mais umas árvores (leia-se: não perde umas árvores). Quem perde são as editoras, basicamente.

Se poupar dinheiro não for do interesse dos pais, também podem doar os livros escolares a instituições ou mesmo às vossas Bibliotecas Municipais. Não sei como é aí, mas aqui em Almada e no Seixal podem entregar livros na Biblioteca e esses livros serão redistribuídos por outras crianças.

Na faculdade é parecido: cada livro custa acima de 50€, e em muitos casos dá perfeitamente para muitos alunos usarem em anos consecutivos.

Quem fala de livros escolares, fala dos livros do Harry Potter e da Hannah Montana, qualquer género.

Os livros podem ser vendidos a alto, médio ou baixo preço, podem ser emprestadados, podem ter uma etiqueta-indentificadora-com-pedido-de-retorno e serem só emprestados, podem ser oferecidos, podem ser entregues em lojas do tipo aquela livraria espanhola que só tem livros grátis para dar (ou seja, não é uma loja, porque não vende nada, certo!?)... Um só livro pode ser lido por tanta gente!!

Agora percebo para que é que devemos manter os livros em bom estado, não para embalsemá-los na prateleira da arrecadação, mas para fazê-los circular por outras pessoas.

BORA TODOS FAZER CIRCULAR OS NOSSOS LIVROS!!

E para quem já esteja a preparar o Natal (duvido que este ano as pessoas fiquem entusiasmadas com o Natal, mas cá vai...), aquele livro que lemos há 3 anos, gostámos imenso e faz mesmo a cara da Jacinta, por que não embrulhá-lo e dar à Jacinta??

sábado, 8 de setembro de 2012

Copos de cerveja reutilizáveis

Cheguei há pouco do Avante. O que me leva a ir a essa festa tão conhecida? A motivação política não é de certeza… Até fico triste por o meu dinheiro ir parar à mão deles. A música e o álcool são bastante mais chamativos, conviver com amigos, essas coisas dos jovens (e pelos vistos dos velhotes também, estavam lá imensos…).


A única lembrança material que eu trouxe hoje para casa? Um copo de plástico. Passo a explicar: como todas as festas e festivais, as bebidas são servidas em copos de plástico. O que eu costumo fazer nessas ocasiões é permanecer com o copo na mão ou guardá-lo na mala com o intuito de encontrar um ecoponto para o colocar (nem sempre se verifica). Foi então que hoje tive a brilhante ideia de reutilizar o meu copo. Por outras palavras, voltar a enchê-lo! Se eu sei que a minha bebida seguinte vai ser outra cerveja, e por hábito já ando a passear com copos na mão e não me aborrece o espírito, então posso andar com o meu copo a noite toda e pedir que me sirvam as próximas bebidas nesse mesmo copo. Vai ser tipo o copo da Inês. Eu fiz isso e resulta. Dor de braço? Nem por isso. Poupei o ambiente sem ser radical? Oh yeah!

Hoje o meu copo serviu para 3 imperiais, amanhã vou levá-lo e e ele vai servir para muitas mais!!!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Fotografias indesejadas - como abortá-las

Com certeza já todos foram passear a um parque temático, daqueles  muito divertidos que tem bichinhos giros e onde toda a gente tira uma foto com a cobra para um dia mais tarde recordar...

Recentemente fui ao Aquashow e fiquei estupefacta quando soube das estatísticas fotográficas. Ora, segundo um jovem senhor que lá estava a trabalhar, num dia como aqueles, um belo Domingo com algum Sol, com 2000 visitantes, os fotógrafos de serviço são capazes de tirar umas 3000 fotografias, das quais 1500 são vendidas.
Ou seja, vendem apenas metade das fotos que tiram e que revelam! Ter fotografias em casa é bonito, tradicional, etc... Mas o que acontece às outras 1500 fotografias que ninguém compra? Sim, porque para venderem algumas fotografias, têm de tê-las todas à disposição do cliente. Essa questão eu não perguntei, porque pareceu-me demasiado óbvio... As outras 1500 fotos vão para o lixo? Uma vez que não são recicláveis, etc...


Todos os dias vão imensas fotografias para o lixo nesses parques, então eu sugeria que quem não está disposto a dar 10€ por uma simples foto, ou quem fica sempre mal nas fotos, ou quem não está a tencionar levar fotos para casa nesse dia... NÃO DEIXEM QUE LHES TIREM FOTOS!! Mesmo que os paparazzis insistam (e comigo insistiram mais de 3x! num dia). Não é uma vergonha não pertencer à maioria, basta dizer "Não quero, obrigada!".

Até porque se pensarmos bem... Uma foto custa 10€ porque têm que revelar duas para vender uma... Se vendessem quase todas as que revelam, se calhar o preço diminuía e ficava mais acessível a todos. Se calhar, não sei!


Estes são os placards com as milhentas fotos, achei engraçado fotografá-los com a minha máquina digital. Cada fotografia que se vê, tem muitas por trás:



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Como usar um creme até ao fim - guia passo-a-passo

É assim o aspecto final de uma embalagem de creme que sai da minha casa-de-banho, quando não é possível chegar ao seu interior:
E eis como tudo acontece...

Materiais necessários:
- 1 embalagem de creme que já não tem nada (aparentemente)
- 1 tesoura (para cortar a embalagem)
- talvez um bocadinho de papel para limpar a tesoura no fim (eu limpo com o dedo)

Procedimento:
- Pegar na embalagem e só depois pegar na tesoura (caso contrário não resulta)
- Aplicar alguma força com o bico da tesoura na embalagem, até obter um furo irregular
- Cortar a embalagem com a tesoura a partir do furo
- Ter em atenção para não cortar os dedos em vez da embalagem
- Com um dedo, raspar o interior da embalagem
- Com esse mesmo dedo, esfregar o creme no corpo, preferencialmente numa zona mais seca

Nível de dificuldade: Muito baixo

Nível de perigosidade: Moderado (principalmente se se decidir limpar a tesoura com o dedo)

Tempo exigido: 5min (inclui o tempo para usar o restinho de creme que se encontra na superfície interna da embalagem)

Já utilizo este método há imenso tempo e não tenho queixas. É mais uma coisa que eu aconselho, uma vez que pagamos para ter os nossos cremes, os materiais foram gastos na sua produção... Então mais vale usar os cremes todos, literalmente até ao fim!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Vai passear o cão!

Agora aqui por Almada há muitos locais onde se pode obter um saco para "apanhar o dejecto do seu cão".
As pessoas quiseram ter cães em casa, passeiam-nos diariamente pela rua e resultado: cocós de cão por todo o lado! E vieram as autarquias dizer que os cocós têm de ser apanhados, porque ninguém gosta de andar na rua a pisá-los.
Realmente não é muito fixe, seria se de facto aquele mito de que pisar cocó dá dinheiro. Eu já pisei alguns presentes e nenhum me trouxe dinheiro. Tenho quase a certeza que isso não é verdade...

No fim-de-semana passado fiz dogsitting! Não foi a minha primeira vez, mas foi a primeira vez nesta Era de apanhar os dejectos (se calhar sempre houve esta mania e passou-me completamente ao lado, como não tenho cão).
E então na primeira tarde em que fui com a Mimosa à rua, já estava eu toda alegre e a babar-me por estar a passear ao ar livre, lembrei-me que não tinha saco. E ela fez cocó mesmo ali no meio do caminho pedonal do parque! O que será que eu fiz? Como estamos em época de exames:

De entre as opções, escolhe a que estiver mais correcta (não desconta, mas se acertares também não ganhas nada). O que é que eu fiz?
a) Eu não fiz nada, quem fez foi a Mimosa, juro!
b) Deixei o cocó da Mimosa lá naquele sítio, não sou mãe de ninguém.
c) Imitei o Stifler, em "American Pie - O Casamento".
d) Fui buscar um saco de plástico para apanhar o cocó.
e) Arranquei umas folhinhas de uma árvore, está-se mesmo a ver para quê.

Desculpa árvore!

O que pesará mais no Ambiente?

Acho que folhas de árvore podem ser uma boa alternativa aos sacos de plástico diários. E se forem folhas já caídas no chão melhor ainda, como disse a minha mãe.
Agora, como incentivar as pessoas que já estão habituadas ao saco? Deixando de disponibilizar sacos? Plantam-se árvores nos locais onde iam buscar os sacos?
Este método também depende do tipo de dejecto.
Estou a dever tantas horas à cama...

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Para que serve o papel de alumínio?


Tenho ido a algumas festas nos últimos tempos (ui, que vida social tão activa!) e reparo que há algo que acontece sempre, sempre! O que será?
Mulheres a cair de bêbedas? Não. Violência entre amigos? Não. Pessoas com cara de frete? Sim, também.

Ao que eu me refiro é que no final das festas, sejam elas de aniversário, casamentos, ou outras celebrações para as quais se convidam amigos e familiares… Há imensas SOBRAS DE COMIDA.
Isto não é um problema se os anfitriões gostarem de comer os restos da festa até ao final da semana seguinte. Mas quem é que gosta de salgadinhos ou batatas fritas do dia anterior? A salada de fruta fica oxidada, o patê fica com mau aspecto, etc… O bolo de chocolate não é incluído nesta lista de rejeitados, porque esse normalmente não sobra, já aquele típico bolo de aniversário de pão-de-ló seco com creme de ovo que ninguém gosta (segundo o Luís), esse fica sempre a metade…

Então, em primeiro lugar eu sugeria algo que acho bastante óbvio mas que ninguém faz: reduzir a quantidade de comida que há nos almoços/jantares, principalmente quando há entradas. Quando há muitas tostas e azeitonas e patês e queijinhos, as pessoas não têm a mesma fome para comer um pedaço de carne do que no início da refeição! Por isso não vale a pena cozinhar a mesma quantidade de comida, vai sobrar! Ou então ter só um ou dois pratos de entrada. Preocupados que assim haja pessoas com fome no fim da refeição? Pode-se sempre ter uma sopa de reserva, e até é saudável, que raio.

E em segundo lugar, mas mais importante: Ok, é preciso haver muita variedade de comida numa festa, para não parecer que convidámos as pessoas como forma de pedido de ajuda financeiro, e no final do dia vai haver imensas sobras, que são distribuídas por todos. Normalmente a minha avó manda a comida num tupperware dela, mas há sempre aquelas pessoas que têm medo de não reaver o seu tupperware, e por isso embrulham a comida em papel de alumínio. Então quando saímos de casa para ir a uma festa, podemos levar um TUPPERWARE connoscoParece mal? A Catarina diz que não fica bonito ir para uma festa chique com um tupperware, mas como eu não frequento essas festas... A mim parece-me pior trazer para casa uma fatia de bolo de aniversário embrulhada em papel de alumínio, que fica sujo e não vai servir para mais nada. E basicamente é o que acontece, a comida vem quase sempre embrulhada em papel de alumínio.

Para que é que serve esse papel de alumínio, mesmo? Não percebo…

Ontem de manhã no comboio vi um senhor a comer uma sandes, que estava embrulhada em papel de cozinha, embrulhado em papel de alumínio. Só faltava vir dentro de um saco de plástico e com um cobertor à volta. Não basta o papel de cozinha para conservar uma sandes que vai ser consumida no próprio dia?

Que desperdício! Papel de cozinha é suficiente e menos poluente!